Copa Libertadores 2017: Atleticanos alertam que gramado foi fundamental para partida ruim

O Atlético esteve irreconhecível na noite desta quarta-feira, na derrota por 1 a 0, para o Jorge Wilstermann, em confronto válido pelas oitavas de final da Copa Libertadores. O time jogou mal e só conseguiu apresentar algum perigo após os 35 minutos do segundo tempo. Para alguns atletas, o gramado do estádio Felix Capriles foi bastante criticado.
Para jogadores do Galo, gramado teve influência na partida (Foto: AIZAR RALDES/AFP)
O volante Elias lamentou das condições do gramado e lembrou que os jogadores do Palmeiras também reclamaram do local quando enfrentaram o Jorge Wilstermann.
“Não é desculpa não, mas interfere. O campo é ruim. O Palmeiras veio aqui e reclamou. A gente veio aqui e está reclamando. O resultado de 1 a 0 não é difícil de se virar. A batida até ajuda, o problema é o gramado. Grama fofa, difícil de trocar a bola. Contamos com o apoio do torcedor. Precisamos melhorar para chegar a esse jogo decisivo e poder reverter o resultado”, destacou o camisa 8 do Galo.
O goleiro Victor reconheceu que o Galo não estava bem e acredita na virada no jogo de volta, daqui um mês, no dia 9 de agosto, no Independência.
“O gramado, às vezes, não facilitava para jogar com a bola no chão. A bola fica muito viva. O adversário está mais acostumado a jogar. Não podemos usar como desculpa, não estávamos em um bom dia, mas não foi uma catástrofe. Dá para virar no jogo da volta. O campo, aparentemente, é bom, mas é irregular. Ele quica bastante. A gente sabe que não foi um bom jogo. A gente precisa evoluir para buscar a classificação na volta. Não pode achar que foi um resultado catastrófico”, finalizou.

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